Sem você... Foi como acordar,
sem reparar o céu.
sem reparar o céu.
Andar pela rua
em uma rotina induzida.
em uma rotina induzida.
Ver e não enxergar
ao redor.
Às vezes
eu não queria acordar...
O que me fazia abrir os olhos
eu não queria acordar...
O que me fazia abrir os olhos
era simplesmente
a obrigação de existir.
a obrigação de existir.
Estamos na
modernidade,
onde tudo e muito rápido
e também muito vazio.
e também muito vazio.
Para amar genuinamente
É preciso... Ser real
É preciso... Não esconder
A alma e o coração.
É preciso... Não esconder
A alma e o coração.
Principalmente gostar
de cada átomo do outro,
estar sempre presente
nas expectativas
de cada átomo do outro,
estar sempre presente
nas expectativas
sem exigir trocas
sem prisões mentais.
sem prisões mentais.
Perceber
que o nosso corpo
é a nossa
ponte para emoções
que o nosso corpo
é a nossa
ponte para emoções
que irá nos levar
direto ao ponto
direto ao ponto
em que as palavras
não se fazem
não se fazem
mais necessárias
pois tudo vira
amor, vira afeto.
amor, vira afeto.
Estávamos neste cosmos
para viver infinitas
possibilidades
que a vida nos dava.
E nós...
Não nos permitimos...
Que pena.
Dói mas...
não tenho vergonha de dizer
que o meu amor
continuou a ser genuíno.
Mesmo depois de sermos
apenas...
Qualquer coisa.
Apesar de ainda termos mil
possibilidades
nós não concluímos
preferimos migrar para o mundo...
Virou cicatriz, virou tristeza
mas não vai apagar em mim...
A esperança
de um novo amor...
Por Alfredo Guilherme







