Quando
? Ao certo eu não sei.
Falar
de outras vidas é meio que fantasmagórico.
Eu sempre digo para o Ryan isso... Que eu tive ele em algum momento antes de nos conhecer.
Inegável,
eu dizer que o charme natural dele se lançou na minha alma, sem pedir
licença...
Quando
me dei por mim, já estava apaixonada.
Em
olhares cruzados, sorrisos, trocados surgiu algo há mais, entre meros
desconhecidos.
Pareceu-me
mais um reencontro, pois sobraram afinidades.
Sinto-me
como uma adolescente aos 71 anos.
Redescobrindo-me,
e me entregando.
Como
se fosse tocada intimamente pela primeira vez.
Sentindo
o meu corpo me chamando ao prazer.
Mesmo
com as marcas do tempo nele presente.
Tudo
é tão real, tão infinitamente maravilhoso, que eu não encontro as palavras
certas neste instante para descrever.
Ocultos
desejos, que acabaram esbarrando no pudor banal da velha criação que tiveram
mulheres da minha geração.
Mas
que com esse novo relacionamento, acabou personificando em mim uma nova mulher.
Que
em 35 anos suportou a armadilha que encantava e ao mesmo tempo, desencantava, enquanto o meu ex
sem a menor culpa acabava com os meus sonho de varias formas, uma delas era
desfilar com outro alguém.
Enquanto
os meus olhos derramavam lágrimas nos lençóis.
Sei
que muitas mulheres da minha idade passaram por isso.
Hoje
eu vivo em Atlantic City, espero um dia poder recebê-lo aqui na nossa casa
Alfredo.
Obrigada
por postar esse meu desabafinho de felicidade, todos brasileiros moradores do meu bairro, são todos seguidores do seu blog, um carinhoso
abraço...


















