terça-feira, 2 de abril de 2019

Vai vendo...!!

 

                 
       Texto casual...

        Um bom relacionamento e o bem estar gera bons fruídos tendo como resposta fisiológica, o tal de orgasmo cerebral.
         Eu não me sinto confortável de ser informalmente um conselheiro, mas...

         Eu me inspiro descomplicando a vida humildemente eu tento construir, ou melhor, reconstruir dia após dia a minha vida.
         Também tiro da beleza e do milagre do amor os bons propósitos.


         Só... Não podemos deixar a nossa face oculta e maligna se sobrepor, exercendo autoritarismo dentro e fora do nosso convívio, tendo como desculpa a melhora nas suas várias formas de conduta.
         Quando na verdade, trata-se de puro exercício de poder.

          Devemos sim desconfiar dos bons propósitos que nos movem.
          Pois eles são frutos genuínos de boas intenções, que tem lá os seus efeitos colaterais...

          Um deles é também um disfarce perfeito para nossa covardia.
          Em não saber desacelerar os pensamentos para se desconectar das probabilidades de acertos e erros que nos são impostos diariamente.

          Sabiamente nos poucos bons momentos, devemos viver o que se tem para viver intensamente.
          Enquanto não somos chamados para subir para o andar de cima, e não termos mais como se arrepender.


          Se for necessário reservamos um dia pelo menos e jogamos tudo para o alto... !!!
          Para que os nossos sonhos e desejos mais íntimos possam acontecer com liberdade e sem moderação.

          Assim é a vida...!!  Boralá... Saborear dela o que ela tem de bom...





quarta-feira, 20 de março de 2019

Te achei em mim...


       Alguém me fez ver o mundo de forma diferente.
       Não lamentar o que já tínhamos passado.
       Fizemos de uma noite.
       O despertar de uma paixão.
       Sem explicação 
       Foi início...
       Com o passar do tempo.
       Dias viraram mês e meses virariam anos. 

       Aquelas taças de vinho...
       Que tomamos na primeira noite. 
       Nos deixaram docilmente embriagados. 
       Acabamos nos entregando...
       Eu posso assim dizer, intensamente.

       Talvez não tenhamos nem percebido.
       Mas, aquela noite.
       Foi uma promessa de vida.
       Que eu desejo cumprir... 
       De... Ama-lá a cada segundo por toda a minha vida.


terça-feira, 12 de março de 2019

Amor quem não quer...

     
            Oi Amor...!!

         Não pare de fazer feliz alguém aqui, ou acolá.
         Não pare de nos procurar.
         Sem você, o dia é treva cobrindo a luz da vida.

         Para muitos de nos o dia já é uma merda...
         Imagina sem o Amor.

         Queremos você Amor...
         Amor que diz por que veio...
         Amor para festejar...
         Amor para podermos perdoar...
         Amor para compartilhar...
         Amor... Para gozarmos plenamente.

         Há !!! Como precisamos de você...

         Pode vir silencioso...
         Eu até prefiro, sem muita turbulência, sabe como é né.
         Para que os meus neurônios trabalharem amiúde.

          Não quero você...
          Se enquadrando numa pegada que se prende a rótulos.
          Quero você com resultados.

          Despensa aquele cupido...!!!

          Que parece nem ter saído ainda das fraldas.
          Com aquele arquinho fazendo cú doce pra dar uma flechada certeira...

           Então eu te peço, Amor não pare.
           Chega mais...
           Se reinvente, espero que nos encontremos em qualquer esquina da vida.

           Nós... Precisamos de você...

domingo, 10 de março de 2019

Pela rede social...


 

     
      Pela rede social...
      É como eu faço meus contatos atualmente.
      Eu derramo o meu mel, sem me apegar, tanto à questão do ego ou da ostentação que permeiam as redes sociais.

       No começo deste mês, em mais uma loucura da minha parte... 
        Eu viajei, literalmente... 
        Bom deixa eu contar a minha resenha.

        Fiz uma viagem atrás do que o acaso poderia estar me reservando para o meu futuro.
        Fui a "BH" Belo Horizonte encontrar um cara, que eu havia garimpado e que praticamente tinha acabado de conhecer no Tinder.
        O cara não me chamou a minha atenção pelo porte atlético ou pela sua beleza, resumindo... Ele era a cara do meu avôzinho  mas mostrou de cara, que tinha bala na agulha com poder de pagar as minhas despensas e me sustentar perante amigas e a minha família.

        Acabei no apartamento de um cara extremamente educado e agradável, fotógrafo como profissão, que fez de cara uns cliques, assim que eu cheguei.
        Seu apartamento um lugar super artístico que ele divide com uma cachorrinha da raça Yorkshire Terrier que se acha, pensando que ela é uma bunda, adora ficar no colo.
         Divide também o seu espaço com outras inspirações de magníficos trabalhos fotográficos verdadeiras obras de artes distribuídas pelas paredes da sala.

         Seguindo na sequencia do romantismo no ar, fiquei tão a vontade quem não me fiz de arrogante, aceitei o convite para fazer um ensaio fotográfico...
         Foi um momento nosso, despretensioso, mas de vez em quando ele interrompia para ir fumar na sacada... Um baseado, e olha que foram vários.

         Sempre fui a primeira a tirar o biquíni para entrar numa cachoeira, na minha juventude, na época do colégio com as loucas amigas de classe, no interior de São Paulo, na verdade eu adoro ficar nua.
         Para mim... Estar nua é viver a natureza do seu ser. Antes de se tornar um objeto de desejo.
        É ser apenas um corpo livre no espaço da liberdade, que está aí para ser conhecido e explorado.

        De modelo mesmo meio que chinfrinha, passei a me decepcionar depois de beijos extremamente sensuais a onde nossas línguas disputavam espaço no céu da boca de cada um...
        E pra me deixar puta da vida, um pau mucho de tanta maconha que o filho da puta fumou, fiquei só na vontade...      

        Segui no outro dia pela manhã o meu caminho de volta para casa...

         Eu e a minha depiladinha totalmente decepcionadas, juro que adoraria sair desse encontro toda possuída toda dolorida, com os bicos dos meus seios doloridos de tanto serem sugados e ela parecendo uma couve flor aberta detonada, mas nada disso aconteceu.

        Confesso que já tive muitos momentos em que me senti decepcionada, mas esse...
     
        Mas não vou deixar de ser confiante nesse processo de amadurecimento entender que o que temos de diferente é o que nos faz ser especial... 

       Faz parte.
      Amar aquilo que me incomoda é um trabalho diário, a falta de um grande amor.

       As minhas sardinhas espalhadas pelo meu peito, reminiscências do sol na praia, sempre foram valorizadas.
      Um dia por alguém que eu não valorizei, vou dizer.... Não cometam o mesmo erro.





quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Vai Corinthians !!


         Texto casual...

        Por volta das 9 horas de um domingo que prometeu mentirosamente ser nublado após um sábado ensolarado. 

        Um senhor grisalho, vestindo uma camisa com estreitas listras brancas e pretas com o distintivo do Corinthians, alguns torcedores mais fanáticos dizem que essa camisa é um manto sagrado...
        E com certeza é pela paixão por esse time de futebol que mais títulos ganhou nessa última década. 

        E o senhor... A caminho da padaria, bate a maior resenha no Whatsapp no grupo, com velhos amigos do bando de loucos... Loucos por ti... Corinthians !! 
       Hoje tem o timão na Arena em Itaquera !!... 
       Três dos mais entusiasmado topam de cara ir assistir a peleja. 
       No encontro, ao entrarem no carro ele colocou pra tocar uma composição emblemática.

       O imortal samba-enredo dos Gaviões da Fiel que quase toda a avenida cantou... Até os simpatizantes das co-irmãs de outras escolas de samba contaram com certeza ainda hoje está gravado na mente de todos.

        “Me dê a mão, me abraça. 
        Viaja comigo pro céu... 
        Sou Gavião  !!...  Levanto a taça 
        Com muito orgulho pra delírio da fiel".

        Agora que o samba-enredo entrou na sua cabeça, pode continuar a cantar... Sei que não vai lembrar toda a letra. 

        Mas, no final... Bata no peito... Grite bem alto... ...
        Vai Corinthians....!!!



terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Lembrete para a alegria...



        Outro dia pela manhã...
        Eu brincava que beber aquele café era também um ato de solidariedade ao meu corpo exausto, no bagaço pra ser mais exato.

        Em geral, me sinto com muita sorte.
        Com uma pequena mais saldavel refeição pela manhã a base de grãos e frutas.
        Que a um bom tempo que eu acatei os saudáveis conselhos de quem me ama, e assim consigo manter o meu nível energético alto. 

        É importante manter a saúde para enfrentar todos os desafios diários, que a idade nos impõe.
        Porque vocês sabem que existe um risco...    
        E ninguém quer aparecer mal na foto. 

        É na noite anterior... 

        Que coisa gostosa...
        Eu me esbagaçei no suingue da dengosa... No bloco de rua na Vila Madalena.
        São Paulo tá comendo pelas beiradas e já está sendo sem dúvida o melhor carnaval de rua do Brasil.
        Sabe que nem eu sei direito como foi a chegada em casa. Afinal... 
        Todos nós temos o direito de se esbagaçar.  
         É como se o nosso corpo tivesse vida própria e decidisse isso por si só, curtir uma noitada.            
         Em alta no que diz respeito em chutar literalmente "o pau da barraca" e cair na esbornia. 
         Os nossos desejos não precisam refletir a realidade... 
         E essa é a grande mágica. 

         Aliás, todos reclamam que é mais difícil nos dias atuais curtir se relacionar desejando ser feliz e ser.
         E não precisa ser algo mais pensado e elaborado.
         Só precisa ser realista no que diz respeito à liberdade sem pudor ao amor próprio de querer ser feliz... Isso basta.


domingo, 17 de fevereiro de 2019

Olho no olho....

       
        No meu dia... 
        Tento sempre me colocar de modo em que eu não me sinta passivo, mas sim agindo.

        Nós estamos vivendo o fim de um processo muito longo de individualização. 
        Babamos...
        Com as novas formas de comunicação e só pensamos no nosso próprio umbigo, em quantos likes tivemos.

        Precisamos entrar numa era em que a ideia seja.
        Descobri essa experiência da convivência, que aparentemente fugimos dela na internet.

        Temos uma cultura de se apegar aos bens.
        Mas a riqueza genuína é a experiência que vivemos com as nossas realizações.
         E as pessoas com quem convivemos, e olhamos dentro dos olhos delas.

         Então o que desejo para vocês... 
         É que convivam... De qualquer forma.
         Mas, o olho no olho não pode ser negligenciado.
         Um abraço e aquele beijo carinhoso no encontro.
         É que faz valer apena conviver.


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Rir-nos da vida alheia é tão bom...


           
                                 Créditos: M.G


            Comecei a sair com uma mina e o nosso relacionamento era perfeito.
            Tipo Batman e Robin, Jay e Beyoncé,Velho Barreiro e Engov, Claudinho e Bochecha.
            Eu sempre levo para as minhas noitadas o meu cantil de metal com uma boa cachaça e cigarro, elas, a comida (sem trocadilho)...    
            Estava tudo indo perfeitamente lindo entre eu e a nova mina, até a hora que decidimos transar.
            Depois de falar várias safadezas no Zap, e trocarmos vários nudes, marcamos um encontro...

            A noite era perfeita... Naquele clima inebriante e sensual extremamente transante, jazz ao fundo, janela aberta, lua cheia, um vinho na mesa e meio maço de cigarro ao lado, e luz ambiente vermelha.
            E aquela beldade de um metro e meio de puro tesão, e a minha coluna quando eu lembro até choro quando eu lembro de cada envergada pra beijá-la, era um bico de papagaio no espinhaço que doía queimava pra cacete.

            A gente lá se beijando e foi esquentando, fomos nos despindo e Uaau !!! Ela no estilo, mulher maravilha, de bota calcinha e sutiã e eu tipo Sonic, só de meia e tênis.
            Por incrível que pareça sou um cara tímido mas pessoalmente, eu também sou bem de boas no bate bolas na virilha.

            E ela era linda, rosto angelical, black imenso, percingi, tatuagem tribal, com cara de aluna ingenua de colégio militar.
            Mas sabe aquele ditado que diz: Quem vê cara não vê tesão acumulado, pois bem, ai que o bicho pegou...

            E durante o beijo num lance de 3 segundos ela incorporou o José Aldo e me jogou na cama numa pegada mais que agressiva e eu não entendi o que tava acontecendo.
            Ali começou a baixaria...
            Ela me deu um tapa na cara e eu estranhei. Deu outro!
            Questionei: Que porra é essa, lazarenta !?
            Ela começou a gritar umas sacanagens em tons de ameaça.
            Eu já tava na duvida se iria transar ou ser interrogado, ela era uma mistura de Bruna Surfistinha com Capitão Nascimento.

            Geral eu fiquei tão assustado que nem sabia onde tava o potinho do amor dela, se era no meio das pernas ou a traz da orelha.
             É galera, eu comecei a sair do clima e o pinto querendo arriar a bateria, fiquei em choque se ereto eu já tava apanhado desse jeito imagina se ele amolecesse?

             Ela vai me asfixiar com o travesseiro e reanimar o meu pinto com um desfibrilador.
            Tentei manter a calma, mas era inevitável, e as porradas continuavam comendo solta.
             Já tava apanhando mais que cagueta, (X9) em cela de traficante... Sofrendo mais que corno ouvindo Amado Batista na jukebox do boteco e tomando Bavária.

            De repente num ato de tesão e desespero eu virei ela com as costas pro colchão foi, meio que um golpe perfeito de judô um Ippon.
            Ai vai vara sai e entra de novo e de novo, e tapa a reveria, vindo na direção da minha cara.
            Parecia que eu tava atuando em um filme porno, dirigido pelo Quentin Tarantino!
            Ela pedia tapa na cara, não curto muito essas brisas masoquistas, mas se não batesse, era eu que ia apanhar mais.
            E a mão da desalmada era leve feito um saco de cimento.

            Pra evitar os hematomas e eu não sair de lá mais roxo que repolho, tive a brilhante ideia de abraça-la...

            PQP !!...

            Foi punk, a maluca cravou as unhas nas minhas costas e foi descendo costelas a baixo, tirando mais de meio kg do meu coro.
            Parecia que eu estava sendo atacado por um urso siberiano.
            Não bastando os vergões e retaliação, a abençoada mordeu meu peito numa voracidade que ficou a marca umas três semanas, parecia um terceiro mamilo.

            Dei um berro tão grande, meio grave desafinando pro agudo, parecia o Tarzan gripado... Eu não sabia o que fazer!!!
            A mina tava possuída pelo Satanás do Kama Sutra.

            Meu corpo falava...  Reaja homem ! A minha cabeça gritava... Mete o pé! Vaza porra, dessa furada...

            E a gente no segundo andar, eu não sabia se escalava pro terceiro ou se pulava dali mesmo e foda-se a minha vida.

           Minha pressão subindo o meu pau, querendo dar pane geral, suor pingando, a asma atacando, tava pior que jogador de várzea, que já tinha atuado em todas as posições e nada de fazer um gol!

           Não sou muito religioso, mas nessa hora foquei num pau nosso, ou melhor pai nosso  (perdoe me a blasfêmia), e depois de jogar os dois tempos mais a prorrogação quase indo pros pênaltis, cabeceei do meio da área fiz o gol !!...

           Estava igual aquela série do Netflix, Um Estranho no Paraíso.
           Com a sensação de dever comprido.
           Tipo jogador, pedi pra cagar para ser substituído... Fui ao banheiro...Tranquei a porta.
           Lavei o rosto pra disfarçar a cara de choro.
           Não deu nem dois minutos...Escuto uma voz de fundo...

           Mozão !! volta pro segundo Round... E eu ali tentando escapar nu pela janela do banheiro...



terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Aconteceu com você ?...

  
     
       Eu queria abrir um espaço para pensarmos nisso... 

       Por que isso acontece...?

       Quando o foco de uma pitadinha de saudades...

       Vem à tona... Eta coisa gostosa !!...
        Soa como se fosse uma sinfonia musical, projeta você em lembranças já adormecidas.

        Em uma daquelas noites em que o sono escapa de você.
        E o desejo te leva de encontro quase real, para aquela pessoa em especial. 


        O desejo e a saudades se faz presente neste momento...

        Já chega com uma carga explosiva...
        Que é na verdade uma tentativa de domesticação de sentimentos sentida por nos como uma libertação oculta de sentimentos, ou quase isso... 
           
        Através de lembranças passadas. 
        Tentamos personificar e trazer para o presente.
        O verdadeiro amor, bons momentos ao lado de quem deixamos para traz, ou sabe se lá o que mais, que foi importante.


        Ah !! Esses pensamentos saudosistas. 

        Até onde eu entendo, me parece que é um dos primeiros momentos de reflexão no palco do teatro que é a vida. 

        Em que você se sente... 
        Imaginando e revendo significativos e assumidamente os melhores momentos sexuais. 
          
        Eu queria abrir esse espaço para pensar nisso, eu abri...
        Aí atrelado a uma série outras questões peço que esqueça o que acabou de ler....
         Se você tiver alguém ao seu lado na cama, que mereça todo o seu amor...
         Porque ? "Cornificar" um relacionamento em pensamento não dá né, é sacanagem... 

        Mas se... Aconteceu com você ?
        Manda a conta para o setor de livre arbítrio...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Emputeceu? Não deixe...

   

       O estresse, o pânico, ou outras doenças da era moderna te pegar... 

       Vai a dica... Vai vendo... ! 

        Viajar sob duas rodas é a grande paixão...          
        É um processo permanente e intuitivo dentro de nós motociclistas. 

        Na estrada... Uso meus olhos, meus ouvidos e a minha curiosidade. 
        Presto atenção em tudo que desperta uma sensação especial ou até mesmo quando me arrepio, por passar certos perrengues no trajeto da viagem. 

        Mas quando todas estas sensações se conectam entre si... 
        Começam a surgir respostas. 
        É como a arqueologia... Mas ao contrário. 
        Enquanto ela estuda o passado, eu analiso o futuro... 
        Ou seja... 
        Aí é quando todos os fragmentos das minhas percepções começam a formar uma imagem que se torna consistente e sólida... 
        Certamente eu sei, que algo de bom está 
acontecendo. 

        É simplesmente alucinante, entorpece o seu ser, ativando os hormônios da felicidade. 

        A sensação de liberdade é muito grande, te permite olhar para a viagem com outros olhos. 
        Além da facilidade de parar em qualquer lugar, a qualquer momento, apreciar um pôr do sol no alto de uma colina, por exemplo.

        Por isso que eu digo... Xô estresse !!
        O lance é... 
        Pilotar com o vento na cara... 
        E fazer o seu caminho. 
        E não deixe a vida te levar, leve ela com você...

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Na sombra ou na luz...

    
      Deus... Está presente...
      Ter ele como parceiro, na luta, ao nosso lado e a nosso favor... Só aumenta a nossa fé...

      E o alimento para o corpo e a alma...

      A nossa mente é um lugar de muito poder. 

      Temos a escolha...
      De estar na sombra ou na luz...
      Tudo mais, tem que ser feito como amor, são conquista de direitos de viver. 

      Despir-se de certas coisas, tem a ver com desapego.
      Tirar certas camadas de vivência, certamente terá um efeito balsâmico para a limpeza.

      É como se libertar dessas amarras, que existe nas densas camadas dos anos vivido, e nas questões sobre o certo ou errado e perdoar ou não.
      Até nos questionarmos, o quanto poderemos usar do livre arbítrio. 
      Se perdemos a noção de como usar, ele vai ser como o merthiolate que não arder mais, aí é que mora o perigo. 

      Todo mundo fica impactado na crença. 
      Ela é uma coisa muito mais sensível...
      E que não tem nada de clichê que as pessoas estão acostumadas quando se direcionam para religiosidade.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Revelaste a sua ingratidão...



       Qualquer coisa pode...
       Até chorar por lagrimas derramadas.
       Que... Desarruma o peito.
       Mas sem banalizar...
       A dor de uma paixão.

       Alegria...
       Não se pode fabricar.
       E a felicidade então, nem se fala.

       A sua ingratidão pois fim a uma verdade.

      Ninguém manda em um coração...
      Mas nessa penumbra, eu irei me recuperar...
      Que o amanhã tenha um novo nome.
      Para que eu possa chamar de amor.
      E desejar com carinho.
      Um bom dia... 


segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

O corpo...



   
       O nosso corpo...
       Para os olhares públicanos o corpo e adjeto, em sigilo de desejos, para alguns...
       Reles coisa em ambos os casos.

       Não é simples cultivar o amor próprio, com a idade chegando.
       Quando internalizamos o olhar que a sociedade dirige para nós. 

       Mas, ao mesmo tempo...
       Como não internalizar esse olhar quando nos criamos nessa mesma sociedade?   

       Perceba-se, com isso, que o desconforto que sentimos ê fruto não do corpo.  
       Que, de fato, temos...       
       Mas da forma como nos ensina a vê-lo, a significá-lo.

       Corpo-problema, foda-se... 
       Barriguinha aumentando com a idade foda-se também...
       O Corpo que carregamos não é um fardo.

       Corpo que temos e que, na maioria das vezes, queremos acreditar que não somos...
        No máximo estamos. 

        Forma de apaziguarmos a ideia de que, se ele for transformado.
        A verdade sobre nós virá à tona.
        E seremos, enfim, vistos da forma como nos vemos.
        Curta exercício e cuide da sua saúde, o resto e o que a vida tem para nos dar...


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Ainda me emociono...

   

 Texto Casual...

      Viajar de avião sempre é algo maravilhoso! Chegar a São Paulo, depois de um tempo fora, estão nem se fala, sentir aquele cheiro de gasolina queimada, o ronco das motos e a visão grotesca de carros amontoados no trânsito e todo aquele povaréu me emocionou demais, ao ponto de lágrimas descerem em meu rosto.

       De repente, lá estava eu com os olhos cheio de lágrimas, parecendo um bobo, na janela do carro.

      Minha amada e odiada cidade, onde nasci, sofri, cresci e hoje eu só quis andar, ver o centro da cidade por dentro, talvez somente para conferir se tudo continuava no lugar.

      Quando entrei nas ruas centrais, me assustei. Abriu o sinal e lá veio aquela multidão apressada para cima de mim. Eu, em minha ansiedade, fechei a cara e a encarei quase como um touro bravo, essa mesma cara usamos também aqui para entrar e sair na Estação Sé do Metrô.

      Tentei abrir caminho na marra. Era como uma mata fechada: faziam que eu andasse para trás ou ficasse de lado para abrir caminho para os outros passarem.

      Andei o Viaduto do Chá... Que pena não existe mais o Mappin o nosso magazine, tentei um sorriso, e manter a simpatia, no meio da rua, na verdade eu já estava entrando em paranoia de perseguição, com tanta gente mau encarada sentada nas escadarias do Teatro Municipal. 

     E fui passeando aos poucos. Demorei mais de uma hora para andar da Praça Ramos de Azevedo à avenida Ipiranga. Cerca de poucos metros apenas eu estava na Praça da República.

     E rever a mais famosa esquina do Brasil, Ipiranga com Av. São João foi emocionante.
    Caetano Veloso até que tentou poetizar essa famosa esquina, conseguiu à moda dele, mas quem é paulistano é apaixonado mesmo pela malandreada e boemia letra de "Ronda" de Paulo Vansolini na voz impecável da cantora Márcia.
     
    Eu havia perdido as relações que me conectavam com essa cidade.
    Desenvolvemos, sem perceber, um direcionamento automático em ruas intransitáveis. Só assim são possíveis esses congestionamentos gigantescos de carros nas grandes capitais, sem acidentes.        

     Atravessamos multidões quando conectados à cultura geral.       
    Há até o aplicativo Waze que nos indicam os caminhos melhores e mais livres, pelo celular. 
     Isso, para mim, é uma clara demonstração de que fomos feitos para conviver em sociedades comunitárias.
     Nós nos adaptamos muito rapidamente às condições do outro e do mundo em que vivemos. E esse é o nosso maior trunfo. 
     Tudo o que você imagina de bom e moderno existe nesta cidade.

     São Paulo, vou dizer... Você é foda... !!

    

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Colete... Ícone indelével...


       Essa coisa misteriosa que não se compra é um amor puro, pelo senso de pertencimento e pelo prazer de pilotar sobre duas rodas, usando um colete bordado com o seu nome e o brasão do moto clube.



      O colete é um ícone indelével na cultura das motocicletas.

      Usados pelos pilotos como um testemunho do estilo de vida com suas motocicletas, e triciclos os coletes são ao mesmo tempo símbolos de liberdade e individualidade.
       Nos primórdios da história da motocicleta, os pilotos usavam suéteres, jaquetas do time do colégio e macacões de garagem como meio de proteção durante os passeios com suas máquinas.
      Apenas alguns motociclistas mais organizados tinham seus nomes estampados na parte de trás de suas jaquetas. Uma prática que evoluiria em paralelo com os futuros coletes.
      A evolução do colete de moto clube pode ser rastreada até a Segunda Guerra Mundial.
      Os aviadores tendiam a se apegar a coisas que lhes eram familiares e esse senso de identidade era expresso pintando os narizes dos seus aviões e seus incríveis casacos com ícones da cultura pop americana da época.
     O vínculo criado por esses homens sob tal pressão foi amalgamado por símbolos e imagens que lhes davam o senso de pertencimento, conforto, poder, proteção e coragem. 
     Imagens que variavam com personagens de desenhos animados e as garotas pin-ups eram pintadas em suas jaquetas, criando uma linguagem visual por conta própria.
     Depois da guerra, os veteranos voltaram para casa com a necessidade de aliviar o impacto do estresse que viveram durante o conflito armado e muitos encontraram o tal alívio nas motocicletas.
     Essas máquinas eram o veículo adequado para quebrar a monotonia da vida mais tranquila em casa, injetando uma dose de adrenalina e excitação.
     Na medida em que as motocicletas se tornavam mais poderosas e mais rápidas, surgia a necessidade de uma proteção mais adequada, de modo que as jaquetas que tinham sido usadas durante a guerra tornaram-se uma visão comum entre os motociclistas em os seus moto clubes.
    Essas jaquetas ofereciam melhor proteção, mas apresentavam um problema, restringia a mobilidade dos braços, ficando muito quente para a maioria das condições de pilotagem, principalmente nos locais mais quentes durante o verão, nasciam aí os famosos coletes.
   Durante a década seguinte, no final dos anos 50, o Mundo viu a propagação dos moto clubes, principalmente nos Estados Unidos.
   As mais famosas é sem dúvida a Harley-Davidson a Hell's Angels, e a primeira de afro-americanos a East Bay Dragons de Oakland. Cujo os integrantes deste moto clube por serem negros arriscaram a vida durante dias pilotando motos Harley, foi um ato revolucionário defendendo bravamente a igualdade de direitos.
   Ao mesmo tempo, uma série de outros eventos sociais aconteceram como a H.O.G Harley Owners Group, de motociclistas, que provocou uma força significativa de rebeldia com paixão e autenticidade que transcendem cultura, gênero, e idade, pelas famosas motos Harley- Davidson nos seus membros associados.
   Todos esses ingredientes foram refletidos em sua visão social, e senso de estilo.
    Foi esta rebelião e a necessidade de funcionalidade que fez com que os motociclistas cortassem as mangas de suas jaquetas, resultando no que hoje é conhecido como “The Cuts”.
   “The Cuts” evoluiu em paralelo com os estilos e tendências dos tempos, de cortar jaquetas de couro e jeans, para torná-las mais leves.
   Nos anos 50, as tendências de moda dos Teds que originou os Greasers nos EUA e dos Rockers no Reino Unido transformaram as jaquetas de couro e os coletes em uma parte emblemática de estilo agressivo recheadas de pinos de metal e botons.
   Também aqui no Brasil, essa cultura foi muito além de ser parte fundamental da vestimenta da irmandade de motociclistas da estrada.